Escrevo quando não tenho mais pra onde ir.
Quieta, sempre no mesmo lugar...
As palavras, perdi.
Espero o verso me encontrar...
Tão simples quanto deixar ser,
simples como respirar,
difícil como perder...
Difícil como aceitar.
Não sou mais breu.
Frio e torpor.
Um pouco de amor.
Parte de mim cedeu.
Escrever é como um vício,
esse vício sou eu.
domingo, 3 de abril de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Comentários:
Postar um comentário